Home Data de criação : 08/05/22 Última atualização : 08/06/07 23:59 / 3 Artigos publicados
 

Isidar: A elfa.  (Histórias de um Bardo) escrito em sábado 07 junho 2008 23:59

Em um pequeno vilarejo chamado Estüian, ao norte da floresta de Urtagüen, é possível ver uma luz acessa na a escuridão em meio a noite. A luz vem de uma casa simples mas de dois andares, com uma aparência graciosa, tinha janelas um pouco arredondadas que davam a impressão ser os olhos da casa. E a luz vinha diretamente do andar de baixo da casa, mas um pouco a direita onde ficava um galpão. Lá fica a loja de Isidar, uma elfa, que muitos juram que ela é uma feiticeira, mas que para não dar muito em vista de seu poder, diz ser apenas uma ferreira.

Isidar está acordada aquela noite, pois não consegue dormir, e luz de seu lampião a mentem acordada para terminar uma espada. Está na hora dela ir descansar, com um leve sopro apaga a chama e nossa aventura começa.

 

Isidar é uma elfa com um dom e tanto para a forja de espadas, muitos guerreiros atravessavam o mundo para ter uma espada feita por Isidar que não recusa nenhum engrandecimento, e ela os adora. Contam que sua mão é tão delicada e sua beleza é tão jovial que nem parecia que ela era um ferreira, e sim uma filha de um Deus, que para livra-la da inveja no reino dos céus a mandou para terra para viver entre os mortais. Isidar é uma elfa bela, de olhos azuis e cabelos pretos, como a noite é quando não tem lua. Sua pele era branca, como o céu é após uma tempestade, sua voz era tão suave quando o cantar de um rouxinol. Isidar apareceu em um dia qualquer na aldeia onde mora até hoje, e bocas falam que ela apareceu com a roupa rasgada, e implorando um pouco de água e comida, mas após um certo tempo, conseguiu construir o seu “reinado” e sua fama, quando ganhou de um bem feitor rico e ganancioso sua casa, que época era um barraco que estava a cair em pedaços, o seu bem feitor se chama Urden, um velho e nojento humano que tinha visto na boa educação, na habilidade com espada e em certos dons mágicos que ele acredita que ela tenha, uma maneira fácil e rápida de ganhar dinheiro. Isidar havia dito que iria pagar a casa, o velho concordou com proposta, mas disse que iria cobrar juros, juros os quais Isidar não consegue pagar, afinal, quanto mais ganha mais ele pede. Com  sua fama se espalhando por todo os países e mundo, ele cada vez achava um novo imposto pra cobra: Imposto pela casa, pelo barracão, pelo material inicial que ele ajudou ela a comprar, e muitos outros.

Mesmo sofrendo essa pressão toda, Isidar conseguia ser feliz. Pois sua fama se espalhava rapidamente, e ela já estava fazendo uma poupança para quitar sua divida.

Sua fama havia chegado longe, e acabou batendo aos ouvidos do imperador e tirano Retizo, que além de mal, era feito criança mimada, quando quer, faz de tudo para ter. Retizo, ordenou a se melhor cavalheiro que fosse até Estüian e mandasse a elfa forjar a melhor espada do mundo, com uma lamina fina, mas devastadora, e um peso leve e fácil para ela cortar rapidamente. O cavalheiro foi e em uma semana chegou a Estüian. Ele chegará de manha e pegará Isidar forjando um sabre.

_ Você é elfa forjadora das melhores espadas?- perguntou o cavalheiro a Isidar.

_ Se minha fama for tão boa dessa maneira, e ainda estiver se referindo a mim, sim sou eu. Mas quem deseja saber?- disse Isidar levantando a cabeça e tirando os cabelos dos olhos.

_ Eu sou um cavalheiro de Retizo, e trago-lhe uma ordem a ti.

_ Ordem.- Disse Isidar fechando a cara.- Quem Retizo pensa que é para me trazer ordens?

O cavalheiro percebeu que havia usado a palavra errada, e resolveu refazer a frase.

_ Perdoe-me, usei a palavra errada. Venho-lhe trazer um solene pedido de Retizo, meu chefe.

_ Pedido.- Falou Isidar para o cavalheiro.- Então transmita o pedido para mim.- finalizou ela com ênfase na palavra PEDIDO.

_ Ele pede piedosamente a elfa Isidar, forjadora de espadas, que lhe forje um espada fina e cortante, de suave leveza e delicadeza, mas ao mesmo tempo forte e durável.

Isidar deu um suave riso e pensou em dar uma resposta um pouco grosseira ao cavalheiro, mas lembrou que ele sim cumpria ordens.

_ Diga a Retizo, que para tal ato, terei que ter eu em minhas mão um metal tão raro quando uma rosa no meio do deserto.

O cavalheiro se espantou e perguntou com um tom de curiosidade elevada:

_ E que metal seria esse, de tamanho valor?

_ Ora, preciso de Lambariam, um metal que é difícil de se encontrar atualmente, e caso encontre o preço da espada forjada por ele é elevadíssimo.

_ Mas, seria capaz de conseguir e forjar tal espada?- perguntou o cavalheiro que descia de seu cavalo.

A elfa pensou um instante e logo respondeu:

_ Sim, se ele tiver como pagar, tudo posso eu arranjar.

O cavalheiro olhou para a elfa e disse:

_ Transmitirei seu recado a Retizo. Em menos de um mês terá a resposta.

A elfa balançou a cabeça em um sinal positivo e deu de ombros, voltando a terminar o sabre. Enquanto isso, o cavalheiro montava em seu cavalo, e com um grito fez o cavalo cavalgar rapidamente.

Isidar não estava muito crente que Retizo iria ainda sim querer a espada, mas mesmo assim não perdeu a esperança, pois já ouvira boatos de Retizo e de suas extravagâncias.

Ouvirá dizer que certa vez ele se apaixonou, e sua paixão pediu-lhe uma prova de amor, Retizo para provar o amor que tinha, gastou uma fortuna inimaginável para mandar fazer um colar com 21pedras de safira incrustada em 21 dentes de dragão vermelho verdadeiro.

Aquele mês passou sem nenhuma noticia do cavalheiro ou de Retizo.

Continua ...

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Poema: Andarilho  escrito em quinta 22 maio 2008 16:36

Sou andarilho em busca da amizade,

Ando calmo pela ruela da vida,

Conquistando e guardando

Esse sentimento pela eternidade. 


 

Nas vielas dessa estrada,

Vou cantando feito criança,

Crendo na esperança

De cantar em sua entrada.




Abra seu coração para esse nobre andarilho,

Prometo se sensível,

Digno de entrar em sua morada,

E tocar-lhe uma serenata. 


 

Nesse pôr-do-sol que vejo no horizonte,

Continuo a andar por corações,

Pulando e amando cada uma das sensações,

Que perto de mim vejo passar.




 

Vai longe nobre andarilho,

Segue teu rumo sem se desviar,

Prometo-lhe um dia,

Meu coração espiar. 


 

Autor: André Luiz Moreira

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Noticias  escrito em quinta 22 maio 2008 02:50

Após voar um pouco sobre mim mesmo, está na hora de voltar!

Voltar a escrever, a rir, a me divertir, e começo isso, escrevendo um conto, que durante a vida ativa de meu blog ira ter uma vez por semana um capítulo. Digamos apenas que a magia e alegria voam de mãos dadas junto com a felicidade e a infelicidade. Espero que você goste. O primeiro capítulo eu posto ainda essa semana.

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